Seis hospitais paraenses conquistaram posição entre os 100 melhores do Brasil em estudo nacional sobre unidades públicas de saúde. O levantamento analisou mais de 2,6 mil hospitais que atendem exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde.
O Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde divulgou em 2026 uma pesquisa que coloca o Pará em posição de destaque no cenário hospitalar nacional. Seis unidades estaduais e uma municipal do estado figuram entre as 100 melhores instituições públicas do país.
A avaliação considerou critérios rigorosos como acreditação hospitalar, segurança do paciente, eficiência no atendimento, índices de mortalidade e disponibilidade de leitos de UTI.
Participaram da análise apenas hospitais com mais de 50 leitos e registro de atendimentos no sistema do Ministério da Saúde.
Entre as unidades reconhecidas estão três hospitais regionais que atendem o interior do estado:
O Hospital Regional do Baixo Amazonas serve como referência para 29 municípios do oeste paraense há quase duas décadas.
A unidade já realizou mais de 15 milhões de atendimentos e mantém certificação de excelência da Organização Nacional de Acreditação.
Na capital, quatro hospitais também receberam o reconhecimento nacional. O Hospital Jean Bitar se destaca em procedimentos de média e alta complexidade, incluindo cirurgias bariátricas e tratamento de doenças crônicas.
A Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, principal referência materno-infantil do estado, mantém certificações nacionais e internacionais de qualidade. A instituição já havia aparecido em 14º lugar na edição anterior do ranking.
O Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo representa o maior hospital do Brasil em leitos de oncologia pediátrica pelo SUS, com 89 leitos disponíveis. A unidade atende crianças e adolescentes de todos os municípios paraenses e do Amapá.
A estratégia de interiorização dos serviços hospitalares no Pará demonstra resultados concretos com o reconhecimento nacional.
Os hospitais regionais funcionam como polos de atendimento em suas regiões, reduzindo deslocamentos longos para pacientes do interior.
Josiele Pantoja, moradora de Breves, relata a mudança na realidade local: "Antes precisávamos sair do Marajó para conseguir internação ou cirurgia. Hoje somos atendidos perto de casa. Isso faz toda diferença para quem já está fragilizado pela doença".
Os 100 hospitais selecionados agora concorrem ao prêmio final, que apontará as dez melhores unidades públicas do país. A avaliação incluirá pesquisa de satisfação dos pacientes e análises adicionais de gestão e eficiência.
No ranking por estados, São Paulo lidera com o maior número de unidades classificadas, seguido por Goiás, Pará, Santa Catarina e Pernambuco. Na região Norte, o Pará se posiciona como referência em qualidade hospitalar pública.
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