O corpo da policial militar Gisele Santana, encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde morava, foi exumado na última sexta-feira (6) e, conforme perícia, apresenta marcas no pescoço e no corpo. A descoberta na investigação levou à solicitação de exames complementares para verificar se houve alguma compressão na área antes do disparo. Gisele, de 32 anos, vivia com o marido, o tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Neto, de 53 anos, no Brás, região central de São Paulo (SP).
Médicos legistas do Instituto Médico Legal (IML) fizeram exames de imagem para analisar a lesão encontrada no pescoço da PM, incluindo uma tomografia. A ação ocorreu no sábado (7). A mulher morreu há menos de um mês, no dia 18 de fevereiro. O caso foi registrado, a princípio, como suicídio e, em seguida, passou a ser apurado como morte suspeita.
Além da marca no pescoço, um socorrista que atendeu ao chamado afirmou, em depoimento, que notou uma área arroxeada próxima à mandíbula de Gisele. Para ele, pode haver relação com o disparo, mas os laudos da perícia confirmarão. As autoridades também investigam possíveis inconsistências no horário da morte da PM.
TRAMBIQUE ONLINE Falsas bets prometem até R$ 3 mil após pix e bloqueiam saques
COBRANÇA Governo mira bets ilegais e cobra devolução de R$ 1,3 bi
CASOS MARCANTES Mãe de Isabella Nardoni e pai de Henry Borel são eleitos
LONGE DAS URNAS Eleições 2026: Brasil teve abstenção de 33 milhões de eleitores
USARÁ TORNOZELEIRA Caso Djidja Cardoso: Mãe de ex-Sinhazinha vai ao regime semiaberto
ATENÇÃO Seu INSS corre risco? Veja se sua biometria já está cadastrada Mín. 23° Máx. 37°
Mín. 24° Máx. 38°
Parcialmente nubladoMín. 23° Máx. 40°
Tempo limpo