Sábado, 18 de Abril de 2026 06:44
94984000977
Brasil ABUSO SEXUAL NO RJ

Investigado por estupro coletivo é citado em nova denúncia

Jovem afirma ter sofrido violência quando tinha 17 anos; Colégio Pedro II abriu processo disciplinar e estudantes cobram medidas contra assédio

12/03/2026 05h28
Por: Redação Fonte: Lucas Contente/DOL
A nova denúncia foi feita por uma jovem que afirmou ter sofrido abuso quando ainda tinha 17 anos. | Reprodução/Instagram - Mídia Ninja
A nova denúncia foi feita por uma jovem que afirmou ter sofrido abuso quando ainda tinha 17 anos. | Reprodução/Instagram - Mídia Ninja

Um homem denunciado por participação em um caso de estupro coletivo ocorrido em Copacabana voltou a ser citado em outro relato de violência sexual. O acusado é Victor Hugo Oliveira Simonin.

A nova denúncia foi feita por uma jovem que afirmou ter sofrido abuso quando ainda tinha 17 anos. Segundo o relato, o episódio ocorreu durante uma festa. A vítima declarou que foi obrigada a praticar sexo oral contra a própria vontade.

De acordo com o depoimento, durante o ato, a jovem perdeu o equilíbrio e caiu. Ela relatou que conseguiu se afastar apenas após a intervenção de um segurança presente no local.

A denunciante e o suspeito estudavam no Colégio Pedro II. Após o episódio, segundo o relato, o acusado tentou entrar em contato novamente e fez convite para que a jovem fosse até um apartamento. A vítima informou que recusou.

A jovem também afirmou que a instituição teria deixado de agir em situações envolvendo alunos citados em denúncias. Segundo ela, estudantes envolvidos no caso de estupro coletivo acumulavam registros como advertências, suspensões, afastamentos e mudanças de turno.

Em nota, o Colégio Pedro II informou que recebe e analisa denúncias apresentadas por estudantes e adota medidas administrativas quando necessário. A instituição também informou que abriu um processo disciplinar relacionado ao caso do estupro coletivo, que pode resultar no desligamento dos envolvidos.

Na terça-feira (10), estudantes da escola realizaram um ato para cobrar a implementação de um plano institucional voltado ao combate ao assédio e à discriminação. O documento havia sido aprovado em 2025, mas ainda não estava em execução.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários