A instalação de um ecoponto nas dependências da Usina da Paz Icuí- Guajará, no município de Ananindeua, na Região Metropolitana de Belém (RMB), atraiu frequentadores e moradores do entorno da Usina, nesta sexta-feira (20). O espaço destinado ao recebimento de materiais recicláveis, como plásticos, metais, vidro e papel, é resultado de parceria entre a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), Secretaria de Articulação e Cidadania (Seac) e Instituto Alachaster.
O objetivo é evitar o descarte indevido de resíduos no meio ambiente, promover geração de renda e esclarecer a população em relação ao destino correto de resíduos recicláveis. A Usina integra os equipamentos do Programa Território pela Paz (Terpaz).



Desde 2019, a Semas já promoveu várias atividades ambientais em escolas e associações do bairro do Icuí - além das ações na Usipaz -, ministrando oficina de reaproveitamento de resíduos domésticos e geração de renda, de produção de sabão caseiro a partir da reciclagem de óleo de cozinha usado; criação de ecobijuterias, com reutilização de materiais que seriam descartados de maneira inadequada no meio ambiente; produção de adubos, reaproveitando cascas de frutas, talos de verduras e outras sobras de materiais orgânicos, e formação de agentes ambientais, além de ensinamento de construção de coletores seletivos para moradores.
Outras Usinas da Paz, em Belém e Marituba, também na RMB, e do interior do Estado, também recebem essas oficinas e outras capacitações sobre temas ambientais.

“Temos uma programação em todas as Usinas da Paz, capacitação em educação ambiental, em economia doméstica e diversas atividades. A gente fica feliz pelo primeiro ecoponto instalado na UsiPaz, porque é um ponto de referência, um ponto que traz cidadania para Ananindeua em geral, e tem esse elemento de criar uma cultura de reciclagem e recondicionamento de materiais, que em vez de serem descartados na natureza possam ser descartados aqui no ecoponto, e estabelecer uma nova lógica de economia circular e favorecer a comunidade, tanto do ponto de vista econômico e social, como também ambiental”, reiterou Rodolpho Bastos.
Soraya Costa, empreendedora social do Instituto Alachaster, explicou que o ecoponto recebe alguns materiais que não são recicláveis com facilidade, como é o caso de tecidos e do óleo de cozinha usado, utilizado na fabricação de sabão. “Esses materiais serão encaminhados à Usina da Paz para serem utilizados nas oficinas de reaproveitamento de tecidos e de óleo de cozinha usado, oferecidas para a comunidade. A gente faz o ciclo da economia circular com educação ambiental, oportunidades de trabalho e renda. Tudo junto para que a gente feche esse ciclo da sustentabilidade”, frisou Soraya.

A coordenadora de Educação Ambiental da Semas, Andreia Monteiro, avaliou a atuação da Secretaria, que desenvolve atividades com moradores no Icuí-Guajará desde agosto de 2019, como muito positiva. “Agora temos um ecoponto para arrecadar material reciclável, e atendendo a um maior número de pessoas na UsiPaz. Muitas mulheres do local estão gerando renda com produção de sabão caseiro e com as bijuterias criadas”, informou.
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