A Fundação Cultural do Pará abriga a Biblioteca Pública Arthur Viana, no Centur, na avenida Gentil Bitencourt, em Belém. O equipamento é econsiderado uma das principais bibliotecas do Estado. No Dia do Bibliotecário, comemorado, neste domingo (12), a FCP saúda os profissionais que atuam em bibliotecas de todo o Pará.
A Arthur VIana tem cerca de 40 profissionais de biblioteconomia. A biblioteca do Centur, como é popularmente chamada, compõe o Sistema de Bibliotecas da Fundação, que tem também as bibliotecas da Casa das Artes, Casa da Linguagem e do Curro Velho.
A FCP destaca que o profissional de biblioteconomia atua em várias frentes. Eles são os responsáveis por organizar, catalogar e classificar acervos em bibliotecas, museus e centros de informação ou documentação.
Quando se fala em “bibliotecários”, logo se pensa naquela pessoa a qual vamos pedir livros emprestados na biblioteca da escola. Mas a atuação desses profissionais vai muito além disso. O bibliotecário pode ser gestor de um centro de documentação, além de atuar em editoras, hospitais e bibliotecas.
A bibliotecária do Centur Simone Rabelo conta que a profissão não foi sua primeira escolha, mas que ficou maravilhada assim que a conheceu melhor. “Era o curso que eu achava que tinha condições de passar no vestibular da época. Mas eu também não fui no escuro, conheci a biblioteconomia através de uma amiga minha e, quando eu entrei no curso, me apaixonei por ele”, explicou.
Simone fala sobre a atuação na profissão, que não se restringe às bibliotecas. “Nosso campo de trabalho é muito amplo. Há a área de catalogação, aquisição, seleção e classificação de obras. Temos a parte de editoração também”. A profissional ainda destacou que o bibliotecário pode atuar tanto no campo científico, quanto no cultural, além de outros, dependendo do local de trabalho.
A coordenadora da Biblioteca Pública Arthur Vianna, Socorro Baia, fala sobre os desafios de gerenciar uma biblioteca. “Requer equilíbrio, proatividade, criatividade e inovação. Temos demandas administrativas, como planejamento, orçamentos entre outras, inerentes à gestão, que precisam ser bem articuladas para que os serviços sejam viabilizados com qualidade à população”, disse.
“Uma biblioteca vai muito além dos livros. Possuímos um acervo diversificado de vinis, gibis, jogos, brinquedos e materiais especiais”, citou a coordenadora. “O bibliotecário é o mediador entre o usuário e a informação, seja ela em suporte de papel ou digital. Ser bibliotecário consiste em ter habilidades e competências para utilizar a informação de forma democrática e acessível, disponibilizando-as de acordo com as necessidades dos usuários”, exaltou.
“Abracem a profissão, porque é linda. É uma profissão na qual você trabalha levando informação às pessoas. Não é um trabalho apenas cultural, mas também social”, finalizou Simone Rabelo.
Texto de Álvaro Frota / Ascom Fundação Cultural do Pará
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