No segundo dia da 14ª Conferência Estadual de Saúde, que ocorre em Belém até quinta-feira (25), foi aprovado o regimento interno para escolha dos delegados que vão representar o Pará na 17ª Conferência Nacional de Saúde, que ocorrerá em Brasília, no Distrito Federal, de 02 a 05 de julho deste ano. Os 112 delegados foram escolhidos em plenária, no evento iniciado na terça-feira (23), no Hangar - Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém.
Conselheiro José Vanilson Torres da Silva durante a palestra 'O Brasil que temos. O Brasil que queremos'Cerca de mil pessoas participam da Conferência Estadual, que tem como objetivo discutir propostas que vão compor a política nacional de saúde. O segmento é formado por usuários e profissionais da saúde das esferas municipal e estadual. No segundo dia também foi encerrado o prazo para credenciamento ao evento. “O Brasil que temos. O Brasil que queremos” foi o tema do debate de hoje, que teve como palestrante o conselheiro José Vanilson Torres da Silva.
No espaço também há estandes da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), onde são mostrados os serviços oferecidos pela Secretaria, e as formas de acesso. No estande da Coordenação Estadual de Políticas para o Autismo (Cepa) é oferecida orientação sobre como tirar a carteira de identificação da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Cpitea), e também sobre obras do Núcleo de Atendimento ao Transtorno do Espectro Autista (Natea).
“Tenho um neto de 09 anos que é autista. Eu já conhecia o trabalho feito no CIIR (Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação), e sabia da Cepa, mas não como agora. É um trabalho importante, que trouxe a inclusão para dentro da área da saúde básica. Muitos profissionais não sabem trabalhar com o autismo”, disse Lucenilda Pinheiro, conselheira de saúde.
A técnica responsável pela Saúde Indígena, Putira Sacuena, disse que espaço foi pensado para provocar os visitantes sobre a questão da saúde dos povos originários. “Queremos provocar os municípios para que eles comecem a atender na questão da interculturalidade, para trazer o processo do que é saúde para os povos indígenas em nível da culturalidade mesmo. Uma das demandas que recebemos dos povos indígenas é quanto à entrada do pajé e das parteiras em hospitais. É uma situação que a gente vem desconstruindo. Se a doula pode entrar, então nossa parteira também pode. Claro que sempre respeitando etnicamente e eticamente todo o contexto da saúde”, explicou Putira Sacuena, técnica da Coordenação Estadual de Saúde Indígena e Populações Tradicionais (Cesipt).
Adriana Tapajós, diretora do Departamento de Controle de Endemias da Sespa: vacinação para conferencistasVigilância- A Divisão de Vigilância em Saúde da Sespa participa do evento com informações sobre vigilância ambiental e sanitária, e entomologia (estudo dos insetos). A ideia é discutir e promover aprendizado sobre o trabalho da vigilância dentro dos municípios. Outro serviço oferecido é imunização, com vacinas contra meningite, gripe e Influenza disponíveis para os participantes que estão com o esquema vacinal atrasado.
“Entendemos a importância da vacinação em todos os momentos, e em um evento como esse não poderíamos deixar de trazer o serviço para todos os conferencistas, além de apresentar a vigilância e propor estratégias para a área”, explicou Adriana Tapajós, diretora do Departamento de Controle de Endemias da Sespa.
A 14ª Conferência Estadual de Saúde continua nesta quinta-feira (25), a partir de 08 h, com palestras e debates.
Texto: Tatiane Freitas - Ascom/Sespa
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