O primeiro domingo de junho teve muita animação e cultura no Museu de Imagem e do Som (MIS), abrigado no Centro Cultural Palacete Faciola, em Belém. A programação "AnimaMIS", iniciada hoje (04), apresentou curtas-metragens infantis para toda a família, no auditório Eneida de Moraes. A iniciativa é da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), e ocorrerá em todos os domingos de junho. A entrada é gratuita.
A programação começou com a apresentação de "Os Dinâmicos", desenho dos produtores paraenses Luciana Medeiros e Afonso Galindo, que traz elementos do folclore amazônico, com trilha de guitarrada. As crianças assistiram a três episódios da animação, com duração de 5 minutos - "Lambada da Baleia", "Lambada do Fantasma" e "Bucho da Cobra Grande".
A diretora Luciana Medeiros (à esq.) conversou com o públicoEsta é a primeira vez no ano que o Museu traz uma mostra voltada para crianças, informou a diretora do MIS, Indaiá Freire. Segundo ela, desenvolver ações lúdicas com as crianças é fundamental para que elas tenham contato direto com o audiovisual paraense, e desde cedo conheçam a importância de valorizar a cultura e os diretores locais.
"Hoje as crianças são praticamente alfabetizadas com o audiovisual. Temos uma qualidade muito grande nas animações. Pensamos em fazer essa programação próxima das férias. É importante promover a interação das crianças com as animações paraenses, que muitas vezes não são vistas. Nós vamos, a partir de agora, ter mais (programações) assim", disse a diretora.
Após assistirem aos curtas, as crianças participaram de brincadeiras feitas pelos atores paraenses Aj Takahashi e Tais Sawaki, do grupo Folhas de Papel. Os artistas fazem às crianças perguntas sobre a animação, com direito a brindes.
Cultura e lazer infantil -Participando pela primeira vez de uma ação da Secult, a atriz Tais Sawaki afirmou que a experiência desde a infância com os produtos audiovisuais paraenses é muito importante para as crianças conhecerem as animações produzidas no Estado. "As crianças consomem muitas coisas de fora, e muitos não sabem realmente que existe aqui. Eles assistirem é reconhecer (os artistas) também", acrescentou.
Visitando pela primeira vez o Centro Cultural Palacete Faciola, o professor de Matemática Hugo Foro levou o filho Miguel, 6 anos, e a esposa para o momento de lazer. O visitante costuma fazer o circular cultural pelos patrimônios da cidade e apresentar ao filho a cultura da região, e também as produções audiovisuais.
"Não foi a primeira vez que o Miguel teve contato (com as animações paraenses) porque a gente já apresentava em casa. Mas é muito importante esse contato com a cultura, com as lendas amazônicas. É uma forma de perpetuar esse conhecimento para as próximas gerações", concluiu.
Texto: Quezia Dias - Ascom/Secult
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