Quem decidiu aproveitar o sábado (03) para visitar o Parque Urbano Belém Porto Futuro, na capital paraense, conheceu uma série de atividades que o Governo do Pará, por meio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), realiza para garantir a proteção dos recursos naturais e o crescimento econômico de forma sustentável.
A iniciativa faz parte das comemorações pelo “Junho Verde”, mês dedicado à conscientização da sociedade para hábitos mais conscientes do ponto de vista ambiental. A programação oferece ao público atividades que permitam entender que viver em harmonia com a natureza é fundamental para garantir o bem-estar de todos, e ainda favorece o enfrentamento aos problemas climáticos.
Ações- No primeiro dia de exposição, o público conheceu em detalhes o Projeto de Reintrodução e Monitoramento de Ararajubas na Região Metropolitana de Belém, executado pelo Ideflor-Bio, por meio da Diretoria de Gestão da Biodiversidade (DGBio), em parceria com a Fundação Lymington, de São Paulo (SP). Há pouco tempo, as ararajubas (Guaruba guarouba) eram consideradas por instituições de pesquisa aves extintas nos arredores de Belém.
Com muito trabalho, estudo e dedicação, elas estão de volta aos céus da capital paraense. Em oito anos de trabalho, mais de 50 ararajubas foram devolvidas à natureza. O melhor local para encontrá-las é no Parque Estadual do Utinga “Camillo Vianna”. Mas também é possível avistá-las em diferentes pontos da cidade, especialmente nas bordas de áreas verdes.
A Diretoria de Desenvolvimento da Cadeia Florestal (DDF) apresentou o Projeto Pró-SAF, estratégia governamental que visa ao estabelecimento de um conjunto de medidas para promoção efetiva da recuperação das áreas antropicamente alteradas (que sofreram a ação do homem) no Pará. A principal medida para recompor a vegetação é o plantio em Sistemas Agroflorestais (SAFs) Comerciais, que reúnem espécies florestais e frutíferas nativas da Amazônia, presentes em cada região paraense.
Já a Diretoria de Gestão de Florestas Públicas de Produção (DGFLOP), em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), expôs trabalhos acadêmicos desenvolvidos por alunos que integram o Grupo de Estudos de Animais Silvestres (Geas), o Grupo de Estudos em Solos e Meio Ambiente (Gesma) e do Programa de Educação Tutorial em Engenharia Florestal (PET Eng. Florestal). Cada um deles apresentou estudos sobre fauna, solos da região e diversidade de espécies da flora amazônica, respectivamente.
Jéssica Lopes e os filhos: ensinar hábitos corretosEducação ambiental- Jéssica Lopes levou os filhos de 9 e 11 anos para passear no Parque Urbano Porto Futuro, e aprovou a programação. “Acho maravilhoso esse tipo de trabalho. O que está faltando é mais educação ambiental. Os pais não ensinam seus filhos corretamente, que por sua vez acabam reproduzindo hábitos errados dos pais. Esse tipo de ação deve ser constante, e em mais espaços da capital”, afirmou.
A gerente de Biodiversidade do Ideflor-Bio, Mônica Furtado, destacou a importância de ter uma data dedicada ao meio ambiente. “Como bióloga, estou muito feliz por estar participando deste momento, que já era mais do que necessário para tratarmos e discutirmos políticas ambientais. Além disso, a campanha ‘Junho Verde’ é fundamental para trazer à tona discussões sobre questões climáticas e propor mudanças de hábitos”, disse Mônica Furtado.
Presidente do Ideflor-Bio, Nilson (c) acompanhou a programaçãoO presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, também esteve na exposição e falou sobre o papel que o Instituto desenvolve na pauta ambiental. “Temos a missão de preservar a biodiversidade amazônica, a conservação de florestas públicas, o manejo sustentável dos recursos naturais e promover a recuperação de áreas alteradas. Há 16 anos somos protagonistas dessas ações, e temos o compromisso de difundir na sociedade a preservação dos recursos naturais, através do fomento à educação ambiental”, explicou.
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