Com incentivo do governo do Estado, via Lei Semear, foi realizado na manhã deste sábado (08) o Projeto Pipas, na Usina da Paz Jurunas/Condor, em Belém. A iniciativa é da concessionária Equatorial Pará em parceria com o Instituto Cultural Amazônia do Amanhã (ICAA). O objetivo principal é conscientizar crianças e jovens sobre os perigos de empinar pipas próximo à fiação elétrica.
O titular da Secretaria Estratégica de Articulação da Cidadania (Seac), Igor Normando, enfatizou a importância de conscientizar as crianças dos bairros Jurunas e Condor sobre a necessidade de atenção às normas de segurança ao empinar pipas na UsiPaz.
"Essas ações têm como objetivo garantir que elas possam desfrutar dessa atividade de forma segura e responsável, evitando acidentes e preservando a integridade física. A união de esforços visa educar e sensibilizar a comunidade sobre os cuidados necessários, promovendo assim uma convivência saudável e consciente", frisou o secretário.
Cleiton Soares, analista de Relacionamento com o Cliente da Equatorial Pará, ressaltou a relevância do projeto para as crianças. "O Projeto Pipas tem como propósito trazer conscientização para jovens e adolescentes sobre os riscos de empinar pipa próximo à rede elétrica. É uma brincadeira prazerosa e importante, porém é necessário escolher o local adequado para realizá-la, a fim de evitar qualquer tipo de perigo para a comunidade. No encerramento, faremos uma oficina em que eles aprenderão a confeccionar pipas e entenderão a importância dessa brincadeira, de forma lúdica", informou.
A ação contou com palestra, gincanas, brincadeiras para testar o conhecimento das crianças e um jogo da memória com informações ilustrativas sobre as formas seguras empinar pipas.
Durante a programação foi distribuída uma revista educativa. O gibi "A Turma do Geral" apresenta exemplos práticos de como o uso de pipas próximo à rede elétrica pode causar problemas à população, de maneira lúdica e com uma linguagem regional.
Revistas informativas entregues às crianças
Brincar com segurança- Maria Eduarda Cardoso, 7 anos, expressou sua alegria em participar da ação. "Estou gostando muito de aprender, e também porque tenho medo de me cortar, e aqui posso brincar sem me machucar", disse a menina, que estava acompanhada pelos pais.
Fábio Pinheiro, 11 anos, ressaltou o quanto a segurança é um tema crucial. "Temos que aprender essas coisas para sabermos mais sobre como evitar acidentes. Tenho um tio que se cortou em uma linha com cerol enquanto estava na moto e ficou com uma cicatriz. Aqui, não temos esse problema", afirmou.
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