A Polícia Civil do Estado do Pará, através da Divisão de Combate à Crimes Contra Direitos Individuais Praticados Por Meios Cibernéticos (DCDI/DECCC), deflagrou do dia 15 ao dia 25 de julho, a operação "Casa Própria" com o objetivo de investigar os crimes de falsa identidade, estelionato e associação criminosa. Na ação, três mulheres foram presas.
Segundo o inquérito policial, o golpe era praticado pelo trio de mulheres que dizia trabalhar com pessoas ligadas ao programa habitacional do governo federal e se passavam por funcionárias de um banco disponibilizando suposto financiamento de casa própria.
As suspeitas ofereciam os imóveis a preços abaixo do valor de mercado e com condições especiais de pagamento. A divulgação em redes sociais era utilizada para atrair as vítimas. Durante a investigação, foi descoberto um grupo em aplicativo de mensagens com mais de cem pessoas que pagaram o valor de R$10.000,00 (dez mil reais) como suposta entrada do apartamento.
“As investigações comandadas pelas equipes da Polícia Civil apuraram que duas das suspeitas empreenderam fuga após aplicarem golpes na capital paraense. Porém, mediante o trabalho de inteligência policial elas foram identificadas e presas”, destaca o delegado-geral, Walter Resende.
Uma mulher de 44 anos foi presa no município de Curuçá. Já no Distrito de Outeiro aconteceu a prisão de uma mulher de 28 anos. A terceira investigada, de 57 anos, foi capturada no município de Timóteo (MG) com o apoio da Polícia Civil de Minas Gerais.
O delegado, Yan Roberto Almeida da Silva, titular da Divisão de Combate a Crimes Individuais, detalha que “De acordo com as vítimas, o pagamento era realizado via PIX com depósito de R$6.000,00 e o valor de R$4.000,00 deveria ser entregue em mãos. Algumas das várias pessoas vitimadas identificadas pela DCDI adquiriram mais de uma cota do imóvel. O inquérito em trâmite na DCDI investiga o caso de oito vítimas que tiveram prejuízos que ultrapassaram o valor de 100 mil reais".
A operação policial reforça o compromisso da Polícia Civil do Estado do Pará no combate e enfrentamento de ações delituosas, tendo como objetivo a desarticulação de associações criminosas.
Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos e as presas ficam à disposição da Justiça.
Texto de Talita Barros e Jeniffer Terra / Ascom PC
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