No Alto Rio Guamá, região rica em diversidade biológica e com diversas comunidades indígenas, o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio) instala viveiros de mudas e promove capacitação de indígenas para o manejo adequado das plantas. A iniciativa conta com a parceria da Universidade do Estado do Pará (Uepa), com o objetivo de fortalecer a preservação ambiental e valorizar conhecimentos dos povos tradicionais.
Indígenas participando da oficina promovida pelo IdeflorOs viveiros são espaços destinados ao cultivo de plantas nativas da região, visando à restauração ecológica de áreas degradadas. Por meio dessa iniciativa, o Ideflor-Bio busca a recuperação de ecossistemas e a conservação da biodiversidade, além de proporcionar oportunidades econômicas sustentáveis para as comunidades indígenas.
Durante a capacitação, os participantes aprenderam técnicas de manejo de mudas, desde a coleta de sementes até o plantio e o cuidado com as plantas. Foram abordados ainda temas como a importância da preservação ambiental, valorização dos conhecimentos tradicionais e sustentabilidade na utilização dos recursos naturais.
A instalação dos viveiros de mudas nas comunidades indígenas do Alto Rio Guamá também contribui para a proteção de Áreas de Preservação Permanente (APPs), como nascentes e margens de rios. Além disso, o cultivo de plantas nativas fortalece a conexão das comunidades com a natureza, reforçando sua identidade cultural e incentivando a conservação ambiental.
Os indígenas envolvidos na capacitação aprovaram a iniciativa. Para eles, a oportunidade de aprender técnicas de manejo de mudas e contribuir para a preservação ambiental é uma forma de honrar os antepassados e garantir um futuro sustentável para as próximas gerações.
Metas- Segundo a titular da Gerência de Manejo e Uso Sustentável da Biodiversidade do Ideflor-Bio, Claudia Kahwage, o órgão ambiental do Governo do Pará traçou diversas diretrizes para os próximos anos de trabalho na região. “Temos várias metas para o projeto, e uma delas é implantar seis viveiros de mudas florestais na Terra Indígena Alto Rio Guamá e formar 120 agentes agroflorestais indígenas. Também vamos fornecer capacitação técnica e atividades em parceria com a Uepa, que vai certificar os participantes ao final do curso, para que possam atuar na coleta de sementes e produzir mudas para eles mesmos e para vender ao setor de restauração florestal, que está em franca expansão”, informou.
A instalação de viveiros de mudas e a capacitação de indígenas do Alto Rio Guamá representa um passo importante do Ideflor-Bio na valorização das comunidades indígenas e preservação ambiental.
A Terra Indígena Alto Rio Guamá tem 279 mil hectares, formada por áreas dos municípios de Garrafão do Norte, Santa Luzia do Pará. Nova Esperança do Piriá e Paragominas, no nordeste e sudeste paraense. (Colaboração deLucas Gomes/Ideflor-Bio)
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