Ao participar, nesta quinta-feira (14), da abertura oficial do 10º Encontro e Feira dos Povos do Cerrado , a ministra do Meio Ambiente e da Mudança do Clima, Marina Silva, voltou a defender a busca por desmatamento zero do bioma.
Apelidado de “berço das águas”, por abrigar as nascentes de três bacias hidrográficas do continente, o Cerrado sofreu com desmatamento acelerado nas últimas décadas, principalmente com a expansão agropecuária na região.
Um estudo da Universidade de Brasília (UnB) aponta que o bioma perde a vegetação nativa cinco vezes mais rápido que a Amazônia.
A legislação atual determina que as propriedades privadas preservem 20% do território com a cobertura original.
“A natureza não faz diferença entre legal e ilegal. Quem faz essa diferença somos nós e os interesses”, disse a ministra.
Nesta semana, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) lançou a consulta pública do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas no Bioma Cerrado (PP Cerrado). Os interessados podem participar até 12 de outubro.
O plano prevê programas para impulsionar a bioeconomia, ampliar a fiscalização e a destinação de terras públicas para proteção e uso sustentável de recursos naturais.
Participaram do evento os ministros Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, e Sônia Guajajara, dos Povos Indígenas.
Economia Apostas online só poderão ser pagas por PIX, transferência ou débito
Economia Banco Central comunica o vazamento de dados de 3 mil chaves Pix
Economia Doações do IR para projetos sociais esbarram no desconhecimento
Economia Banco Central tem prejuízo de R$ 114,2 bilhões em 2023
Economia Dívida Pública sobe 2,25% em fevereiro e aproxima-se de R$ 6,6 tri
Economia Leilão concede empreendimentos de transmissão de energia em 14 estados Mín. 20° Máx. 32°
Mín. 21° Máx. 32°
Parcialmente nubladoMín. 21° Máx. 32°
Chuvas esparsas