A Fundação Cultural do Pará (FCP) promoveu mais de 40 atividades de incentivo à arte e literatura na 26ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes, encerrada no domingo (17), no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. Mais de duas mil pessoas passaram pelo estande da Fundação, onde houve lançamento de livros, sessões de autógrafos e rodas de conversa. Os encontros abordaram temas da Amazônia e da produção literária do Pará feita por mulheres.
A FCP também ofereceu uma programação especial para o público infantil, aos sábados e domingos, para fomentar o hábito da leitura. Os escritores Maciste Costa e Eli Galvão estiveram no estande falando sobre seus livros infantis e pedindo às crianças para contarem suas histórias.
Escritores e leitores vivenciaram a mesma atmosfera mágica proporcionada pela literatura
Segundo Maciste Costa, os livros têm um papel fundamental no crescimento de um indivíduo. “A literatura infantil é algo extremamente importante. Nós sabemos que não só os infantis, mas todos os livros são importantes. Sem isso, nós não evoluímos, não vamos para lugar nenhum, a gente fica estagnado”, disse o escritor.
Ele acrescentou que “a literatura infantil é a porta para que se crie o hábito de leitura. A gente sabe que o livro inspira as pessoas, e dá capacidade para criar suas próprias histórias. Ele tem a capacidade de transformar o mundo”.
Na Arena das Artes, as crianças assistiram ao teatro de bonecos e às contações de histórias. As mais de 10 apresentações cênicas abordaram o universo das histórias infantis. Um trabalho de incentivo à leitura que a Fundação Cultural leva aos 144 municípios do Estado por meio do Programa “Leitura Por Todo Pará”.
Programação infantil movimentu o estande da FCP
Encontro literário– As rodas de bate-papo tiveram a participação de três escritores paraenses, premiados nacionalmente. Airton Souza, Edyr Augusto e Monique Malcher conversaram sobre suas trajetórias e seus desafios na literatura. O encontro foi mediado pela coordenadora de Promoção Editorial, Neila Garcês.
Airton Souza disse que “ter participado foi uma possibilidade de trazer à tona um pouco das experiências que tive com o livro, a leitura e as literaturas ao longo desses 23 anos dedicados ao livro. Vivenciar um momento ímpar que celebra as multivozes das Amazônias. E principalmente trocar experiência com Monique Malcher e Edyr Augusto, que são admiráveis”.
Para Neila Garcês, a presença do escritor no debate sobre o fazer literário mostra a prática da produção literária como um exercício de cidadania. “Ser cidadão, muitas vezes, está relacionado à promoção de ideias, à partilha de informação e de conhecimento. Ter esses três escritores, que têm percorrido uma longa estrada na vida da literatura, é uma forma de trazer a aproximação deles com o público e democratizar esse debate sobre a expressão literária paraense de alto nível”, ressaltou.
Texto: Jhullyele Santos - Ascom/FCP
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