Neste dia 13 de outubro, é celebrado o Dia Nacional do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional, profissionais essenciais para prevenir, diagnosticar e tratar problemas relacionados às funções e aos movimentos do corpo. Eles também avaliam os pacientes buscando identificar alterações nas suas funções práxicas, considerando sua faixa etária e/ou desenvolvimento, sua formação pessoal, familiar e social. A saúde pública do Estado não apenas oferta o atendimento desses profissionais na rede hospitalar, mas também conta com locais referências nesse tipo de atuação: a Unidade de Ensino e Assistência em Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Ueafto) da Universidade do Estado do Pará (Uepa), e o Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação (CIIR).
A Ueafto funciona no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS)/Campus II da Uepa, no bairro do Marco. É habilitada como Centro de Reabilitação tipo III (CER III) e é um espaço de referência para Região Metropolitana de Belém (RMB) em serviços na área da reabilitação de deficiências físicas, auditivas e intelectuais para crianças, jovens e adultos.
Além do projeto de fisioterapia aquática para pacientes com fibromialgia, a Ueafto oferece serviços que envolvem consultas e acompanhamentos de especialidades para as áreas da fonoaudiologia, psicologia, fisioterapia, terapia ocupacional, serviço social, psiquiatria, neurologia e ortopedia. Para ter acesso a esses serviços, os interessados devem apresentar originais e cópias do cartão do SUS, RG, CPF e comprovante de residência na recepção da Ueafto, onde o agente de saúde fará o encaminhamento para o clínico geral. Caso necessário, será solicitada a inclusão da solicitação no Sistema de Regulação (Sisreg) de agendamento em um dos atendimentos especializados ofertados pela Unidade.
No mesmo espaço da Ueafto e do CER III funcionam também os Laboratórios de Tecnologia Assistiva (Labta) e o Núcleo de Desenvolvimento em Tecnologia Assistiva e Acessibilidade (Nedeta), que oferecem serviços de confecção e consertos de próteses, fisioterapia aquática, integração sensorial, gameterapia, neuropediatria, assim como, também, o Programa Pós-Covid, que oferece acompanhamento de pessoas que já foram infectadas pelo novo Coronavírus (Covid-19). O projeto que é referência regional nesta modalidade de atendimento e funciona como projeto de extensão universitária.
Sheila Alcolumbre é terapeuta ocupacional da Ueafto e conta que todos os atendimentos realizados no complexo são via Sistema Único de Saúde (SUS) e recebe crianças e adultos. "O paciente vem encaminhado de qualquer local do SUS ou pode vir espontaneamente. É cadastrado na unidade e direcionado ao serviço adequado para 20 sessões. Na Fisioterapia temos o setor de traumatoortopedia, de neurologia, fisioterapia respiratória, de ortopedia e mais os diversos programas e projetos de Extensão", enumera.
A aposentada Maria Emília de Assis Coêlho, de 72 anos, é paciente da Ueafto, e procurou atendimento para ter melhor qualidade de vida. "Frequento praticamente desde que inaugurou, é excelente o serviço. No ano de 2022 eu caí e quebrei o pulso e precisei de acompanhamento mais ainda, eu gosto muito de ser acompanhada pelos profissionais de lá, a terapias que faço me ajudam bastante", reconhece.
Já o CIIR é um complexo de atendimentos para a atuação da Terapia Ocupacional e da Fisioterapia. Os fisioterapeutas e os terapeutas ocupacionais possuem atuação no CER IV, que é o setor onde são atendidas as quatro linhas de deficiência (intelectual, auditiva, visual e física), no Núcleo de Atendimento ao Transtorno do Espectro Autista (Natea) e na Oficina Ortopédica.
"No CER IV, os fisioterapeutas atendem mais especificamente na linha física, podendo atender também na reabilitação visual aos pacientes, aos usuários de baixa visão e cegueira. Na linha física é feito o atendimento do desenvolvimento neuropsicomotor nos grupos de estimulação precoce e os atendimentos também nos protocolos de atendimentos intensivos, que são o pediasuit e o therasuit. Além disso, há o projeto Meninos do Rio, de uso de canoagem adaptada, canoa havaiana, kayak e o stand-up paddle", detalha Mariane Vianna, fisioterapeuta e coordenadora da Reabilitação do CIIR.
"Já o terapeuta ocupacional atende tanto na linha intelectual, quanto na física e visual. Trabalham também no treino de orientação e mobilidade e no treino das atividades de vida diária. Na linha motora, eles fazem o atendimento específico da terapia ocupacional para este público, assim como na linha intelectual, trabalhando os aspectos motores, cognitivos", complementa a gestora.
Ana Clara Nunes é fisioterapeuta, cadeirante e paciente do CIIR. Lá ela faz Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Psicologia e atividades esportivas. "Essas terapias têm melhorado minha qualidade de vida, têm me ajudado a melhorar em quesito transferência [da cadeira de rodas], em conseguir fazer as minhas atividades diárias sozinha, em melhorar a minha saúde física e mental, em me propor a praticar um esporte", relata.
VIADAGEM DEMAIS Papa Francisco se desculpa por criticar "viadagem" de padres
CASO SAMARCO Mineradoras propõem mais R$ 90 bi para reparar danos
Geral Acumulada novamente, Mega-Sena terá prêmio de R$ 100 milhões
Geral TV 3.0 será viabilizada com união do setor, diz presidente da EBC
MEIO AMBIENTE ... Polícia resgata animais silvestres mantidos como atração em São Caetano de Odivelas
Geral PF desarticula grupo por fraude contra Caixa e prefeitura no Paraná Mín. 19° Máx. 30°
Mín. 21° Máx. 28°
ChuvaMín. 22° Máx. 27°
Chuva