A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), por meio do Departamento de Controle de Endemias, realizou entre os dias 23 e 25 (segunda a quarta-feira), no hotel Prata, em Santarém, oeste paraense, a Oficina de Avaliação das Ações de Vigilância e Controle da Malária, destinada às equipes do 9º Centro Regional de Saúde e dos 20 municípios de sua abrangência.
O objetivo foi envolver coordenadores e profissionais de saúde da vigilância na avaliação de condutas, estratégias e ações desenvolvidas no controle da malária, que já registrou 16.233 casos no Pará este ano, até o dia 18 de outubro.
Participaram das atividades os coordenadores de Vigilância em Saúde Municipal, coordenadores de Endemias municipais e estadual e de Saúde Indígena.
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“É importante que os profissionais estejam sempre atualizados, para que as ações de controle, diagnóstico e tratamento da malária, de forma planejada, alcance os melhores resultados”, disse a coordenadora do Programa de Controle da Malária pela Sespa, Paoola Vieira.
Os representantes de municípios e dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis) apresentaram suas experiências no combate e vigilância à malária em 2023, e discutiram a construção de estratégias para 2024.
A respeito da doença, é fundamental que todos os municípios disponham de profissionais devidamente capacitados para diagnóstico e tratamento oportuno de casos suspeitos de malária, pois é de responsabilidade de cada município a investigação, o diagnóstico, tratamento, monitoramento e acompanhamento dos casos suspeitos e confirmados, e do controle vetorial, inclusive em territórios indígenas e garimpos.
Referência- Os municípios são os responsáveis pelo atendimento, considerando que estão habilitados para o diagnóstico e tratamento da doença. Nestes casos, os pacientes devem procurar unidades Básicas de Saúde ou unidades de diagnóstico e tratamento. Os 13 Centros Regionais de Saúde da Sespa possuem laboratórios de revisão, que são referência para os municípios e fazem o controle de qualidade das lâminas coletadas por suas equipes e também do Laboratório Central do Estado (Lacen), que é referência para o controle de qualidade dos laboratórios de revisão regionais.
A Sespa acompanha as notificações pelo Sistema de Informações de Vigilância Epidemiológica (Sivep-Malária); presta assessoria técnica e capacitação aos profissionais que atuam na vigilância e diagnóstico da doença, e distribui medicamentos, testes rápidos, inseticidas e mosquiteiros impregnados com inseticida MILDs.
Quando necessário, também envia equipes de profissionais aos municípios para intensificar as ações de controle, realizando a busca ativa de casos, tratamento de pacientes, distribuição e instalação de mosquiteiros e controle químico.
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