Até 4 de novembro, a capital paraense recebe o 73º Congresso Nacional de Botânica, o maior encontro sobre a área da biologia no Brasil. O evento se dedica ao estudo científico da vida das plantas e algas, e a programação reúne alunos e especialistas de todo o país e do exterior. Este ano, a realização do evento conta com o patrocínio do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio).
O presidente do órgão florestal do governo do Pará, Nilson Pinto participou, juntamente com dirigentes de instituições de ensino e pesquisa, da cerimônia de abertura, na noite de domingo (29), no Hangar Centro de Convenções da Amazônia.
Retorno do evento presencial após pandemia
O evento marca o retorno das programações presenciais da Sociedade Botânica do Brasil, após três anos suspensas devido à pandemia de Covid-19. Nesta edição, o público escolheu como planta símbolo o Jambu (Acmella oleracea), da família Asteraceae. A pequena erva, bastante consumida no preparo de alimentos regionais, traduz em muitos aspectos a cultura amazônica e a relação profunda do homem com as plantas da floresta.
No decorrer da semana, a programação científica abordará temáticas atuais sobre diversas áreas da botânica, além de discussões a respeito dos desafios socioculturais na relação do homem com a flora. O campus da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém, será o local dessas atividades que também oportuniza reencontros, novas conexões e troca de conhecimento entre as várias gerações de botânicos e botânicas que atuam no Brasil.
A biodiversidade amazônica terá espaço de destaque durante o Congresso, com a apresentação de pesquisas recentes sobre o bioma, com ênfase em estudos botânicos. Além das palestras e mesas-redondas, estão previstas atividades práticas, como saídas a campo para coleta de espécimes e visitas em áreas de proteção ambiental, como o Parque Estadual do Utinga “Camillo Vianna”.
Estímulo -O incentivo do Ideflor-Bio é fundamental para a realização do evento, que conta com a participação de renomados pesquisadores e estudantes de diversas instituições de ensino e pesquisa do país. A parceria com o órgão do Governo do Pará fortalece a importância da preservação da flora amazônica e ressalta a relevância do trabalho realizado pelo Ideflor-Bio na região.
Para o presidente do Ideflor-Bio, Nilson Pinto, a parceria com o Congresso é uma oportunidade de divulgar o trabalho realizado pelo Instituto e ressaltar a importância da preservação da flora amazônica. "Estamos sob um patrimônio natural de valor inestimável, e é nosso dever protegê-lo. O Ideflor-Bio tem um papel fundamental nesse processo, e estamos comprometidos em promover ações que garantam a preservação dessa rica biodiversidade", afirmou.
Nilson Pinto ressaltou, ainda, que o apoio do Ideflor-Bio para a realização do 78º Congresso Nacional de Botânica, em Belém, tem a expectativa de ser um marco para a pesquisa botânica na região amazônica. “A união entre a ciência e a preservação ambiental é essencial para a conservação da flora e para o desenvolvimento sustentável da Amazônia”, concluiu.
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