Uma programação com o intuito de proporcionar um ambiente de trabalho ainda mais seguro, acolhedor e livre de práticas abusivas, reuniu quatro unidades de saúde da região metropolitana de Belém e de outras regiões do Pará, nesta segunda-feira (25).
Em parceria com a Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (Deam), o evento aconteceu de forma presencial no Hospital Público Estadual Galileu (HPEG), em Ananindeua, com transmissão simultânea para o Hospital Regional do Sudeste do Pará (HRSP), em Marabá; Hospital Materno-Infantil de Barcarena (HMIB), na região do Baixo Tocantins; e para a Policlínica Lago de Tucuruí, no sudeste paraense.
A advogada institucional do Instituto de Saúde Social e Ambiental da Amazônia (ISSAA), Bianca Chamma, destaca que a iniciativa com o tema “Assédio Moral e Sexual na atualidade” é mais um momento de cuidado com os colaboradores de todas as unidades gerenciadas pela instituição.
“Foi uma ação de troca de conhecimento com uma temática atual e muito pertinente para encerrar as comemorações alusivas ao mês da mulher e reforçamos os canais de denuncias institucionais que podem ser usados pelos profissionais, pacientes e acompanhantes”, frisou Bianca Chamma.
Ela explicou o que é e o que não é assédio moral. “Assédio são comportamentos que se repetem e tem a intenção de prejudicar. Exemplos muito comuns são as piadas, ignorar a presença pessoa, agressões sutis e veladas, atribuir apelidos constrangedores, dentre outros. Porém, vale ressaltar que nem todo conflito é assédio moral, às vezes, é somente uma situação pontual do dia-a-dia de trabalho, detalhou.
Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher
A delegada titular da Delegacia de investigação de crimes sexuais da Deam, em Belém, Gabriela Tostes, orientou os participantes a identificar, prevenir e lidar adequadamente com situações de assédio moral e sexual no ambiente profissional e em situações cotidianas do dia-a-dia, bem como as diversas situações deste contexto que envolvam os usuários. Além de esclarecer sobre as competências da Deam e as principais dúvidas sobre os crimes contra a dignidade sexual.
“A disseminação dessas informações é extremamente relevante. A intenção é que essas pessoas propaguem o conhecimento adquirido, ajudando a gente nesse combate e evitar que novos casos aconteçam”, pontuou.
Atenta a todas as orientações, a supervisora de enfermagem do núcleo hospitalar de epidemiologia do HPEG, Aline Gonçalves, não hesitou em interagir com a palestrante para sanar algumas dúvidas. “Como atualmente trabalho no núcleo de epidemiologia do hospital, e realizamos notificações de violência interpessoal e provocada, foi muito bom saber como proceder no caso de violência sexual no nosso ambiente de trabalho”, disse.
“Preparar os nossos colaboradores para que eles consigam identificar esse tipo de situação e orientar colegas de trabalho ou usuários sobre os recursos disponíveis no Estado e na instituição é fundamental. Desta forma, asseguramos uma cultura de segurança”, ponderou a diretora-executiva do HPEG, Lilam Gomes.
Serviço:
O Hospital Galileu tem o perfil de baixa e média complexidade e funciona como retaguarda cirúrgica para pacientes de traumas ortopédicos, além de atender usuários urológicos e da cirurgia torácica, sendo referência em reconstrução de traqueia.
A unidade é pública e administrada pelo Instituto de Saúde e Social da Amazônia – ISSAA, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), na avenida Mário Covas, dispondo de 104 leitos de internação.
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