A Secretaria Estratégica de Articulação da Cidadania (Seac), em parceria com a Universidade do Estado do Pará (Uepa) e o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-Bio), proporcionou uma grande oportunidade de aprendizagem para alunos da Escola Estadual Honorato Filgueiras, localizada no distrito de Mosqueiro, em Belém. Os estudantes visitaram o Centro de Ciências e Planetário do Pará, espaço vinculado à Uepa.
Estudantes que descobriram o asteroide foram homenageados no PlanetárioA escola convidada ficou em evidência no início deste mês, quando seis alunos do 1º ano do ensino médio fizeram descobriram um asteroide durante a análise de imagens captadas por um telescópio da Universidade do Havaí, como parte do Programa “Caça Asteroides”, desenvolvido pela Nasa em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.
O transporte dos alunos do distrito de Mosqueiro até o Planetário, na Avenida Augusto Montenegro, foi organizado e fornecido pela Seac, em parceria com p Ideflor-bio.
Os estudantes do ensino médio participaram de visita guiada pela equipe do Planetário, e ao final receberam medalhas e certificados.
Secretário Igor Normando: caminho promissor“Essa experiência enriquecedora desperta a curiosidade e incentiva o interesse dos estudantes pelas Ciências, tanto na escola quanto na vida deles. Ao aproximá-los do conhecimento científico, estamos construindo um caminho promissor para desenvolver habilidades fundamentais, como o pensamento crítico, a resolução de problemas e o desejo de adquirir novos conhecimentos”, disse o secretário de Articulação da Cidadania, Igor Normando.
Victor Moisés Barbosa integra o grupo de estudantes que descobriu o asteroideUm dos descobridores do asteroide, Victor Moisés Barbosa, 16 anos, afirmou que “ficamos felizes em participar e ser convidados para a descoberta do asteroide, gerando repercussão na imprensa. Sentimos gratidão e comemoramos. Essa descoberta trouxe mudanças em nossas vidas, abrindo oportunidades que nunca imaginávamos. Agora, estamos empenhados em estudar Astronomia e desenvolver uma carreira nessa área. Antes, eu queria ser engenheiro civil, mas agora considero construir satélites ou foguetes”.
Professor Hélio Nascimento: "fazer Ciência é possível"Fazer Ciência- O professor Hélio Nascimento, que leciona Química na escola estadual, ressaltou a necessidade de as instituições, escolas e professores acreditarem que é possível fazer um trabalho exitoso dentro da escola pública. “Eu acredito que as outras escolas estaduais devam ter agora um pouco mais de incentivo para acreditar que é possível fazer Ciência também dentro das escolas de educação básica. A pesquisa sempre foi fundamental”, ressaltou Hélio Nascimento.
Técnico Reginaldo Correia Júnior: Ciência simples e divertidaO técnico em Física do Planetário do Pará, Reginaldo Correia Júnior, destacou que as sessões são importantes por permitirem abordar a Ciência de forma simples e divertida. “Trabalhamos para trazer conceitos básicos de Astronomia, reconhecimento do céu, constelações e outros astros, como o Sol, relacionados ao nosso dia a dia. O objetivo dessas sessões é informar, divulgar e popularizar a Ciência, incentivando os jovens a seguir essa área. No Planetário podemos superar adversidades, como nuvens e chuvas, proporcionando acesso à Astronomia da nossa região”, informou Reginaldo Júnior.
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