Com a realização do “Diálogos Amazônicos”, evento que começou na sexta-feira (4) e prossegue até domingo (6), o Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia passou a ofertar diversos serviços para os cerca de 11 mil participantes esperados pela organização.
Saúde- Foram criados dois espaços temporários pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa): o ponto de vacinação na área externa e o atendimento médico e ambulatorial no térreo, próximo à entrada do auditório principal. Este último está preparado para atender casos com menor gravidade. Há duas ambulâncias à disposição para os casos mais graves, com internações no hospital de retaguarda.
Feira de Bioeconomia oferece produtos elaborados por moradores de comunidades tradicionais
São ofertadas doses de imunizantes contra Covid-19 (esquema básico e reforço com a bivalente), Influenza, Febre Amarela, Tríplice Viral e Hepatite B. Para facilitar a comunicação há intérpretes no local, que estão trabalhando com as equipes de saúde para explicar os protocolos para receber a dose.
Para vacinar basta chegar ao posto com documento oficial, e de preferência com a carteira de vacinação. Caso a pessoa não tenha, é providenciada uma nova carteira e a imunização é realizada na hora.
Câmbio- Também no térreo há um posto avançado do Banco do Estado do Pará (Banpará) para a troca de moedas estrangeiras. O funcionamento é das 8 h às 20 h, nos três dias de evento.
Economia- Ainda no térreo é realizada a Feira de Bioeconomia, para venda de produtos elaborados por comunidades tradicionais. Aída Neto integra o Movimento de Mulheres Olga Benário e está participando da programação, contribuindo com mulheres extrativistas que fazem produtos sustentáveis.
“Acho até que esse tipo de iniciativa precisa ocorrer mais vezes, porque aqui em Belém a gente não tem fácil acesso a esse tipo de produção”, disse Aída.
Alemã radicada no Rio de Janeiro (RJ), Isabel Hölzl participa da programação e concorda com a importância de garantir espaço para quem vive da elaboração de produtos com matéria-prima da floresta.
“Acho superimportante entender a floresta como um espaço de pessoas, de produção, que é produtivo de forma sustentável. e que assegura renda a quem mora ali. É positivo e necessário, até para outras pessoas saberem e entenderem essa produção”, ressaltou.
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